domingo, 4 de janeiro de 2015

Pelos poderes de CAMISA DE VÊNUS, JÚPITER MAÇÃ, TITÃS...


Era um sábado de lua cheia, bastante tedioso, quando liguei para um amigo e convidei-o para ir num baile que tinha na cidade, afinal, não havia nada para se fazer. Para causar uma boa impressão, coloquei uma ROUPA NOVA! Chegando lá, depois de passar pela revista minuciosa dos RAIMUNDOS (coincidências à parte, os dois seguranças do lugar se chamavam Raimundo), encontrei uma loira de olhos azuis, que tinha uma ROSA TATOOADA na altura do ombro, além de um SORRISO MAROTO.
Dançamos e quando perguntei seu nome, que já não lembro mais, notei que ela tinha um sotaque italiano, mas rapidamente ela me corrigiu, dizendo ser, na verdade, de SAN MARINO, aquele minúsculo enclave dentro da Itália! Que diferença isso faz, pensei comigo!
Depois de desfilarmos alguns minutos pelo salão, sentamos em uma mesa e para tentar agradar-lhe, perguntei:
- Que tal tomarmos uma TEQUILA BABY?
Ela aceitou e ficamos o resto da noite conversando e de vez em quando dançando alguma música.
Por sua vez, meu amigo se mostrava impaciente, pois desde o momento que chegamos umas VELHAS VIRGENS davam em cima dele, mas como estava de carona comigo, teve que aguentar firmemente a investida. Podia-se perceber a IRA que brotava de seu rosto!
A conversa com a loira dos olhos azuis se desenrolava muito agradável. Ela se tratava de uma empresária da moda praia, dona de uma famosa grife de BIQUÍNI CAVADÃO, que havia chegado há poucos dias de uma conferência em TIHUANA, no México!
- E você e seu amigo, o que fazem da vida? – perguntou ela.
- Somos ENGENHEIROS – respondi prontamente!
A noite se encaminhava para ser perfeita, quando de repente, do nada, aparece minha ex, a VERA LOCA, fazendo um escândalo danado e me proferindo elogios do mais baixo calão. Faz mais de um ano que ela não larga da minha ABBA. Pra completar, disse que ia me atacar com BIDÊ OU BALDE, e o pior, explodir eu e todos que estavam ali com umas bananas de TNT. Quanto ULTRAJE!
Para evitar o já inevitável, chamei meu amigo e fomos embora o mais rápido possível. Mas antes, ainda tivemos que dar algumas moedas para a MARIA DO RELENTO, uma moradora de rua que costumava cuidar os carros estacionados ali nas redondezas.
Saímos em disparada só que eu não sabia o caminho de volta. Aliás, NENHUM DE NÓS sabia. Perdemo-nos e fomos parar em uma estrada de chão, aonde havia muitos patos e pra completar o azar, acabei atropelando e matando um deles, literalmente o PATO FU... e os PARALAMAS do carro ficaram destruídos!
Depois de algumas horas perdidos, encontramos uma senhora chamada NAZARETH, que nos indicou o caminho certo até o centro da cidade. Chegaríamos rapidamente se não fosse um mero detalhe: tínhamos que ir devagar, porque estavam consertando a estrada e inúmeras placas com o alerta “MEN AT WORK” podiam ser vistas pelo caminho!
Já passava das oito da manhã quando cheguei em casa. Completamente estressado e abalado com o acontecimento da noite passada, tratei de marcar uma consulta com um médico amigo meu, o DR. SILVANA E CIA. Caso não me tratasse logo, poderia começar a preparar minha SEPULTURA.

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