domingo, 1 de abril de 2012

Pulando a cerca desde a idade da pedra

Adultério, traição, relações extraconjugais. Coisas que ao longo da História, sempre existiram.


Ao analisar a vida privada, desde os primórdios, pode-se perceber que as relações interpessoais sempre foram bastante variadas. Coisas que hoje parecem imorais (se bem que poucos se preocupam com a moral atualmente) já foram corriqueiras em tempos passados. Vamos, então, aos fatos!
No paleolítico, as sociedades eram matriarcais. Sabia-se quem era a mãe do indivíduo, já o pai... Autoexplicativo, né? Era uma espécie de "ninguém é de ninguém". Pelo menos naquela época não existia o machismo.
Na Idade Média, as mulheres da nobreza não podiam sentir prazer. Era pecado, e quem demonstrasse qualquer excitação no leito conjugal, iria para o inferno, segundo as doutrinas da Igreja Católica da época. E como as mulheres queriam alcançar o céu, sua única função consistia na reprodução. Os homens, por sua vez, podiam buscar o deleite com as meretrizes, as criadas e qualquer outra moça proveniente das classes inferiores. Essas não queriam saber de céu... E tudo isso era aceito pelas mulheres legítimas, que obcecadas unicamente pela "salvação" da alma, não se interessavam por esses pequenos detalhes!
Já na religião islâmica, os homens podiam (e até hoje podem) ter várias mulheres, desde que pudessem sustentá-las. Pelo jeito, no mundo árabe, as senhoras não são ciumentas!
No Brasil Colônia, a situação era a mesma verificada na Idade Média. Só que por aqui, quem satisfazia os senhores de engenho eram as escravas, que pelo serviço, poderiam levar uma vida menos pesada em relação aos demais membros de seu grupo étnico.
Para concluir, é necessário citar os grupos indígenas que habitavam o Brasil no início de sua colonização. Eles tinham o "interessante" hábito de oferecer a mulher mais bonita da aldeia ao visitante, para que ele tivesse uma agradável noite. E o marido dela nem se importava com isso, achava a coisa mais normal do mundo. Os portugueses então, faziam a festa!
É importante destacar que esses relatos expõem visões culturais diferentes da nossa, mesmo que alguns de seus resquícios ainda estejam presentes na sociedade atual.
Ou será que não estão?!

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